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	<title>Art &#38; Humanities - Alex Evan Dovas</title>
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	<description>O que toda arte quer e não pode. - Friedrich  Nietzsche</description>
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		<title>Art &#38; Humanities - Alex Evan Dovas</title>
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		<item>
		<title>Lavagem Cerebral :  sete formas de se reinventar</title>
		<link>http://alexevandovas.wordpress.com/2010/03/23/lavagem-cerebral/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 21:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexevandovas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA["A missão: ensinar-lhe que é medíocre; que o trabalho obediente é melhor forma a seguir para obter uma vida séria; que criar coisas medíocres para pessoas medíocres, uma e outra vez, é uma forma fácil e simples para conseguir o que pretende."<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexevandovas.wordpress.com&amp;blog=11514252&amp;post=244&amp;subd=alexevandovas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table>
<tbody>
<tr>
<td width="100%"><a href="http://portal-gestao.com/gestao/2552-lavagem-cerebral-sete-formas-de-se-reinventar.html"> Lavagem cerebral: sete formas de se reinventar</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top">Escrito por Seth Godin</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://alexevandovas.files.wordpress.com/2010/03/face-estudo01.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-246" title="FACE-ESTUDO01" src="http://alexevandovas.files.wordpress.com/2010/03/face-estudo01.jpg?w=503&#038;h=717" alt="" width="503" height="717" /></a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<div>
<table border="0" cellpadding="5" width="310">
<tbody>
<tr>
<td>//</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>Há uns anos atrás,  quando tinha cerca de quatro anos de idade, o sistema definiu-se para o  persuadir de uma coisa que não é verdade. Não apenas persuadir, mas  martelar, praticar, reforçar e, sim, lavagem cerebral.</div>
<p>A missão: ensinar-lhe que é  medíocre;  que o trabalho obediente é melhor forma a seguir para obter uma vida  séria; que criar coisas medíocres para pessoas medíocres, uma e outra  vez, é uma forma fácil e simples para conseguir o que pretende.</p>
<p>Sair dos trilhos e do sistema irá   forçá-lo (ou empurrá-lo) novamente para o centro. Demonstre sinais de  verdadeira criatividade, originalidade ou até mesmo genialidade, e os  pais, professores e figuras de autoridade bem intencionadas irão  alinhar-se de forma ávida para o colocar novamente nos trilhos.</p>
<p>A nossa cultura necessita de  trabalhadores obedientes, pessoas que contribuam sem se queixarem e nós  definimo-nos para criar a maior quantidade que conseguirmos.</p>
<p>Desta forma, gerações de estudantes  tornaram-se em gerações de engrenagens &#8211; trabalhadores de fábricas à  procura de uma sinecura. Lavaram-nos o cérebro para que nos  integrássemos e depois descobriram que afinal a economia queria pessoas  que se destacassem.</p>
<p><strong>Quando exactamente é que nos  lavaram o cérebro para que acreditássemos que a melhor forma de ganhar a  vida é ter um emprego?</strong></p>
<p>Penso que cada um de nós tem de começar  por aí.</p>
<p>Ao longo do tempo, o benefício de  trabalhar para o homem e o seguir um manual como uma engrenagem  cumpridora irá desvanecer, enquanto, paradoxalmente, a dificuldade de  conseguir um emprego decente irá aumentar.</p>
<p>Vivemos ao longo de umas quantas  gerações de grandes empresas que cresceram ainda mais, burocracias  gigantes que cresceram ainda mais e trabalhos de escritório que vão  muito e muito para além do que fazer alguma coisa que um cliente possa  comprar.</p>
<p>E em seguida, muito repentinamente, isso  desvaneceu. O desemprego subiu, a redução de efectivos surgiu, camadas  de gordura desapareceram e a ideia de que irá conseguir um bom emprego,  dentro de portas, bem pago, sem fazer muito com excepção de ver o cão  que morde no piloto se este se intrometer com o piloto automático&#8230;bem,  esses empregos desapareceram.</p>
<p>É isto assim? Está tudo terminado para  si? É este o final da estrada, o melhor é ir buscar, o inicio do fim?</p>
<p>O mesmo emprego, mas mais trabalho,  menos ordenado.</p>
<p>Mesma empresa, mas com menos  crescimento, sem desafios.</p>
<p>Mesmo caminho, menos opções.</p>
<p>É perfeitamente possível que tenha se  tenha arrastado penosamente o tão longe quanto possível nesta estrada e  que o trabalho árduo venha apenas a ser mais do mesmo. É possível.</p>
<p>Mas eu não acredito.</p>
<p>Porquê?</p>
<p>Porque existe mais alavancagem, mais  graus de liberdade e mais oportunidades hoje em dia do que alguma vez  existiram &#8211; caso esteja à altura para a escolha.</p>
<p>A nova revolução industrial (aquela que  estamos a viver, aquela que está a mudar tudo) abriu portas a qualquer  um (ou seguramente a qualquer um com recursos suficientes e uma educação  que o torne capaz de ler este documento). Se dispõe do tempo, do  intelecto e do acesso de colocar as suas mãos numa ideia e de a espalhar  conforme este manifesto o fez, então dispõe da capacidade de se  reinventar, não obstante aquilo que faz, o que faz com isso, ou do que  as pessoas à sua volta esperam.</p>
<p>Os pilares com os quais crescemos  (coisas como a General Motores, Televisão, os correios, a reforma, meios  de comunicação de acordo com modelos top down e bens de primeira  necessidade) estão a desaparecer e estão a ser substituídos por formas  completamente novas de interagir, marcando uma vivência e marcando uma  diferença. Não apenas para organizações, mas também para indivíduos &#8211;  pessoas como você.</p>
<p>Se dispõe do tempo, do intelecto e do  acesso de colocar as suas mãos numa ideia&#8230; então dispõe da capacidade  de se reinventar.</p>
<p>Olhe à sua volta. Quem são as pessoas de  sucesso no seu mundo, hoje em dia? Não é o Jack Welch, o &#8220;Capitão de  Indústria&#8221;, nem é o pensionista, o trabalhador fabril que se levantou  para ir trabalhar todos os dias durante cinquenta anos. Ocorreu uma  mudança fundamental mesmo por baixo dos nossos narizes. O sistema &#8211; o  tão vangloriado sistema, o sistema que nutriu os nossos pais e até mesmo  os nossos avós &#8211; tornou-se azedo.</p>
<p>Por outras palavras: lavaram-nos o  cérebro. Lavaram-nos o cérebro para que acreditássemos num conjunto de  regras que (já) não correspondem à verdade. E uma vez que a lavagem  cerebral foi tão completa, as mudanças no nosso mundo e as novas  oportunidades que estas abriram são facilmente vistas como formas de  abordar o hesitante sistema do passado.</p>
<p>Por favor, não se deixe enganar. Não  utilize as ferramentas de hoje para sustentar o seu esforço em fazer o  trabalho de ontem melhor. Esta é uma oportunidade de reinventar  completamente o seu papel no sistema.</p>
<p>Faça um trabalho que interesse.</p>
<p>Cinco palavras disponíveis para qualquer  um. Elas estão aqui se as quiser. A economia deu-lhe alavancagem &#8211;  a  alavancagem para fazer a diferença, a alavancagem para espalhar as suas  ideias e a alavancagem para causar impacto. Mais pessoas têm mais  alavancagem (mais hipóteses e mais poder) para mudar o mundo do que em  qualquer outro momento na história. O que é que vai fazer quanto a isso?  Quando?</p>
<p>A economia deu-lhe alavancagem &#8211; a  alavancagem para fazer a diferença, a alavancagem para espalhar as suas  ideias e a alavancagem para causar impacto.</p>
<p>Aqui estão sete alavancas disponíveis  para qualquer pessoa (como você) que procure reinventar-se:</p>
<ol>
<li>Ligue-se</li>
<li>Seja generoso</li>
<li>Faça arte</li>
<li>Reconheça o réptil</li>
<li>Envie</li>
<li>Falhe</li>
<li>Aprenda</li>
</ol>
<p><strong>LIGUE-SE</strong></p>
<p>As redes sociais talvez sejam uma perda  de tempo, dedicada a coscuvilhices e à caça de gambozinos ou talvez  apenas, uma fenda na parede entre você e o resto do mundo. É uma  escolha&#8230;que terá de fazer. Se está a contar o número de seguidores que  tem, quantos comentários lhe fazem ou qual é o tamanho da sua pegada  online, então está a medir o que não interessa e está provavelmente a  distrair-se daquilo que realmente importa.</p>
<p>Por outro lado, as redes digitais podem  oferecer-lhe uma oportunidade para estabelecer relações reais, conseguir  a permissão e conseguir a atenção de pessoas com as quais nunca teria  hipótese de interagir de nenhuma outra forma.</p>
<p>Estávamos isolados mas agora estamos  ligados.  O indivíduo típico não tinha o tempo, o dinheiro ou as  ligações para se fazer ouvir há apenas alguns anos atrás. Hoje, a porta  está aberta&#8230; mas só as pessoas que nos conseguem tocar conseguem  passar da soleira. Se conseguir alcançar e (muito mais importante) tocar  e mudar as pessoas, ganhará influência, autoridade e poder.</p>
<p>Shepard Fairey fez um poster de Barack  Obama. A Internet ajudou à sua propagação. O poster ligou um apoiante a  outro apoiante e tornou-se um ícone, um crachá de identidade partilhado  (e, em última instância, motivo de paródia). E no centro da propagação  estava o artista. Pouco importa o facto de Fairey não ter ganho um  centavo com a imagem. Aquilo que interessa é que se ligou e que essas  ligações deram alavancagem à sua arte. Nunca mais precisará de ir à  procura de trabalho ou rendimentos. Estes irão ter com ele.</p>
<p>Crescemos de forma isolada. O futuro é  ligado. Crescemos incapazes de ter interacções substanciais, excepto com  um pequeno círculo de familiares e colegas de trabalho. Agora, temos o  direito de interagir com qualquer pessoa.</p>
<p>Penso que isto muda tudo&#8230; se assim o  permitirmos.</p>
<p><strong>SEJA GENEROSO</strong></p>
<p>A nova economia envolve, com frequência,  a troca de elementos que não custam dinheiro. Não há custos  incrementais na escrita de um ensaio, na composição de uma canção ou na  produção de uma introdução. Uma vez que brincar não custa dinheiro,  temos a possibilidade de dar antes de receber.</p>
<p>A economia da generosidade premeia as  pessoas que criam e participam em círculos de presentes. Não a actuação  normal do &#8220;eu-dou-te-isto-tu-dás-me-aquilo-e-depois-acabou-se&#8221; da  economia tradicional, mas antes a economia tribal de indivíduos que se  apoiam mutuamente.</p>
<p>As tribos de indivíduos com talento que  estão ligados entre si, que confiam e apoiam numa base mútua, estão na  posição de criar um movimento, de dar elementos com valor, de movimentar  ideias para a frente e de uma forma mais rápida do que qualquer  individuo conseguiria se isolado.</p>
<p>A economia da generosidade premeia as  pessoas que criam e participam em círculos de presentes.</p>
<table border="0" align="left">
<caption> </caption>
<tbody>
<tr>
<td>
<div>//</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Derek Sivers criou o CDBaby.com a partir  de um quarto e transformou-o numa empresa independente de vendas de  música, que agora vale vários milhões de dólares. Sob a sua gestão,  vendeu mais música de mais artistas do que qualquer outra pessoa na  história. O segredo? Passou quase a totalidade do seu tempo a apoiar os  artistas. O software que desenvolveu, os artigos que escrevia, os  sistemas que instituiu &#8211; eram presentes, contribuições generosas que  Derek dava aos artistas com quem trabalhava. Em retorno, os artistas  construíram uma comunidade viva, uma comunidade que só poderia dar em  lucro.<strong> </strong></p>
<p><strong>FAÇA ARTE</strong></p>
<p>A arte é um presente original, uma  ligação que muda o interlocutor, uma capacidade humana em fazer a  diferença. A arte não é um quadro nem sequer um poema &#8211; é algo que todos  podemos fazer. Quando interage com os outros, tem a oportunidade para  criar algo novo &#8211; algo que possa mudar tudo. Eu chamo-lhe arte.</p>
<p>A arte é o oposto da trignometria. A  arte não segue instruções ou um manual ou as ordens do patrão. Em vez  disso, a arte é o acto humano de criar o que ainda não foi criado, de  ligarmo-nos a outra pessoa num nível humano. Aquilo a que assistimos é  que cada vez mais mercados irão recompensar a arte de uma forma bela e  que irão atribuir o trabalho ao licitador mais baixo.</p>
<p>Kathy Sierra é uma artista quando nos  ensina sobre os interfaces de utilizador e a Mary Ann Davis faz arte  quando leva ao extremo a cerâmica. A arte parece uma coisa arriscada  porque de facto o é. O risco que o artista assume é que talvez possamos  não gostar da sua arte, talvez não nos sintamos tocados, possamos até  nos rir do esforço. E são esses mesmos riscos que o levarão a uma  recompensa.</p>
<p>Quando interage com os outros, tem a  oportunidade para criar algo novo &#8211; algo que possa mudar tudo. Eu  chamo-lhe arte.</p>
<p><strong>RECONHEÇA O RÉPTIL</strong></p>
<p>O sistema reptiliano &#8211; o tronco cerebral  pré-histórico com o qual a maioria dos humanos luta &#8211;  não gosta de ser  gozado. É a parte do nosso cérebro que se preocupa com a segurança e  que expele a raiva. Ser gozado é o pior pesadelo do &#8220;réptil&#8221;. E por isso  enclausura a sua arte.</p>
<p>Steven Pressfield chama a esta clausura  &#8220;a resistência.&#8221; A resistência é aquela voz na sua cabeça que o mantém  de cabeça baixa e que o encoraja a seguir instruções. A resistência vive  no medo e não hesite em nos enclausurar ao primeiro sinal de  possibilidade de ridículo ou ao primeiro sinal de ostracização. A  resistência é a voz que é activada durante a lavagem cerebral, porque a  resistência é facilmente estimulada. Quando o nosso professor nos ameaça  com (qualquer castigo disponível) quando não trabalhamos na escola,  iremos fazer o nosso trabalho. A resistência vence.</p>
<p>O risco que o artista assume é que  talvez (&#8230;) possamos até  nos rir do esforço. E são esses mesmos riscos  que o levarão a uma recompensa.</p>
<p>Aquilo que os artistas perceberam com o  tempo é que a resistência é a única barreira entre o hoje e a sua arte.  Que a atitude de génio, necessária para produzir trabalhos originais e  importantes, é mutilada pela resistência e que ignorar a voz do  cepticismo é vital para fazer o trabalho.</p>
<p>E, por isso, reconhecemo-lo. Erguemos e  ouvimos a voz do sistema reptiliano e reconhecemos que está  lá e depois  caminhamos até ao pódio e fazemos o que temos a fazer. Reconhecemos o  réptil para que o possamos ignorar.</p>
<p><strong>ENVIE</strong></p>
<p>A escassez gera valor. As pessoas irão  pagar mais por coisas que são difíceis de obter, ao passo que as coisas  com excedentes são vendidas mais baratas. Isto é economia básica.</p>
<p>Portanto, o que é escasso?</p>
<p>A capacidade de enviar.</p>
<p>Se conseguir colocar alguma coisa para  fora da porta ao mesmo tempo que os seus concorrentes se encolhem com  medo, vence. Se é o membro da equipa que faz as coisas acontecerem,  torna-se indispensável. Se você ou a sua organização são os (únicos) que  conseguem fazer as coisas, fechar vendas, enviar produtos e fazer a  diferença, são os indispensáveis &#8211; aqueles sem os quais não conseguimos  viver.</p>
<p>O envio de encomendas é difícil por  causa do sistema reptiliano. A resistência não quer que envie nada,  porque se enviar, poderá falhar. Se enviar, poderemos rir-nos de si. Se  enviar, poderá tornar-se responsável pelas decisões que tomou.</p>
<p>A chave para se reinventar, portanto, é  tornar-se numa pessoa que envia. O objectivo é ter a capacidade rara de  fazer as coisas, fazer com que as coisas aconteçam e criar resultados  maiores do que as expectativas das pessoas.</p>
<p>O Michael Dell envia. E o Larry Ellison e  a Anne Mulcahy também. Silenciar o réptil, reconhecê-lo e depois  ignorá-lo &#8211; é a única maneira.</p>
<p><strong>FALHE</strong></p>
<p>Uma parte essencial no envio de produtos  é a capacidade de falhar. A reinvenção do mercado exige que uma pessoa  tenha a capacidade de falhar frequentemente e em estado de graça &#8211; e em  público!</p>
<p>A economia antiga baseava-se em fábricas  e instituições, coisas que demoravam muito tempo a construir. Ninguém  na Buick ou na Metropolitan Opera estava interessado em falhar. Estas  instituições demoraram muito tempo a serem criadas para que eles  pudessem contemplar a ideia de crescimento através do falhanço.</p>
<p>Hoje, no entanto, a única forma que as  organizações têm de sobreviver é através do envio de coisas arriscadas,  da criação de mudança, da criação de arte, da mudança das pessoas. E, no  entanto, o envio implica falhar.</p>
<p>E, portanto, exigimos que falhe.</p>
<p>Espero que esteja preparado.</p>
<p>Ao longo de anos, os artistas tentaram  fingir alguma indiferença. Até existe uma palavra para isto:  Sprezzatura. É uma palavra italiana que pode ser definida como &#8220;uma  certa indiferença, de forma a ocultar toda a arte e fazer qualquer coisa  que alguém diga ou faça parecer ter sido feito sem esforço e quase sem  muita reflexão.&#8221;</p>
<p>Agora precisamos de uma palavra nova,  uma que signifique o oposto. É o esforço óbvio e supremo que cria a  arte, que desafia o réptil e que luta contra a resistência.</p>
<p>A reinvenção do mercado exige que uma  pessoa tenha a capacidade de falhar frequentemente e em estado de graça &#8211;   e em público!</p>
<p><strong>APRENDA</strong></p>
<p>O sétimo pilar é a chave para os outros  seis.</p>
<p>A escola existia para que aprendêssemos  um ofício. Praticávamos e depois trabalhávamos até ao fim da nossa vida  no mesmo trabalho, na mesma cidade, na mesma fábrica, a fazer o mesmo  trabalho.</p>
<p>Ah.</p>
<p>Sonhe com isso. Só os faroleiros têm  esse luxo hoje em dia e quando foi a última vez que conhecer um  faroleiro?</p>
<p>Trazer a mentalidade da escola para o  trabalho hoje em dia é cortejar o falhanço. A escola não acabou. A  escola é agora. As escolas são blogues e experiências e falhar  constantemente o envio e a aprendizagem.</p>
<p>Já tomou o primeiro passo. Leu algo que o  desafia a pensar de forma diferente. O caminho para a reinvenção, no  entanto, é somente isso &#8211; um caminho. A oportunidade do nosso tempo é  descartar o que pensa que sabe e aprender o que realmente precisa de  saber. Todos os dias.</p>
<hr />
<div>Seth Godin é um guru do marketing. Autor de  diversos livros de referência, é também consultor de gestão e  professor. É responsável pelo blogue <a href="http://sethgodin.typepad.com/" target="_blank">Seth&#8217;s Blog</a>, que recomendamos</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexevandovas.wordpress.com/244/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexevandovas.wordpress.com/244/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexevandovas.wordpress.com/244/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexevandovas.wordpress.com/244/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexevandovas.wordpress.com/244/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexevandovas.wordpress.com/244/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexevandovas.wordpress.com/244/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexevandovas.wordpress.com/244/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexevandovas.wordpress.com/244/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexevandovas.wordpress.com/244/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexevandovas.wordpress.com/244/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexevandovas.wordpress.com/244/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexevandovas.wordpress.com/244/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexevandovas.wordpress.com/244/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexevandovas.wordpress.com&amp;blog=11514252&amp;post=244&amp;subd=alexevandovas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>NIETZSCHE: das três metamorfoses do espírito</title>
		<link>http://alexevandovas.wordpress.com/2010/03/14/nietzsche-das-tres-metamorfoses-do-espirito/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 22:35:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexevandovas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA["Disse-vos as três metamorfoses do espírito: como o espírito se mudou em camelo, o camelo em leão, e finalmente o leão em criança."

Assim falava Zaratustra, e morava nesse tempo na cidade que se chama Vaca Malhada.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexevandovas.wordpress.com&amp;blog=11514252&amp;post=213&amp;subd=alexevandovas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_231" class="wp-caption aligncenter" style="width: 512px"><a href="http://alexevandovas.files.wordpress.com/2010/03/humano-demasiado-humano1.jpg"><img class="size-large wp-image-231  " title="Humano-demasiado-humano" src="http://alexevandovas.files.wordpress.com/2010/03/humano-demasiado-humano1.jpg?w=502&#038;h=352" alt="" width="502" height="352" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;humano Demasiado humano&quot; - oil pastel on paper/ALEX EVAN DOVAS</p></div>
<p>&#8220;Vou dizer-vos as três metamorfoses do espírito: como o espírito se muda em camelo, e o camelo em leão, e o leão, finalmente, em criança.</p>
<p>Há muitas coisas que parecem pesadas ao espírito, ao espírito robusto e paciente, e todo imbuído de respeito; a sua força reclama fardos pesados, os mais pesados que existam no mundo.</p>
<p>&#8216;O que é que há de mais pesado para transportar?&#8217; — pergunta o espírito transformado em besta de carga, e ajoelha-se como o camelo que pede que o carreguem bem.</p>
<p>&#8216;Qual é a tarefa mais pesada, ó heróis&#8217; — pergunta o espírito transformado em besta de carga, a fim de a assumir, a fim de gozar com a minha força?</p>
<p>Não será rebaixarmo-nos, para o nosso orgulho padecer? Deixar refulgir a nossa loucura para zombarmos da nossa sensatez?</p>
<p>Não será abandonarmos uma causa triunfante? Escalar altas montanhas a fim de tentar o Tentador?</p>
<p>Não será sustentarmo-nos com bolotas e erva do conhecimento, e obrigar a alma a jejuar por amor da verdade?</p>
<p>Ou será estar enfermo e despedir os consoladores e estabelecer amizade com os surdos que nunca ouvem o que queremos?</p>
<p>Ou será submergirmo-nos numa água lodosa, se esta é a água da verdade, e não afastarmos de nós as frias rãs e os abrasados sapos?</p>
<p>Ou será amar os que nos desprezam e estender a mão ao fantasma que nos procura assustar?</p>
<p>Mas o espírito transformado em besta de carga toma sobre si todos estes pesados fardos; semelhante ao camelo carregado que se apressa a ganhar o deserto, assim ele se apressa a ganhar o seu deserto.</p>
<p>E aí, naquela extrema solidão, produz-se a segunda metamorfose; o espírito torna-se leão. Entende conquistar a sua liberdade e ser o rei do seu próprio deserto.</p>
<p>Procura então o seu último senhor; será o inimigo deste último senhor e do seu último Deus; quer lutar com o grande dragão, e vencê-lo.</p>
<p>Qual é este grande dragão a que o espírito já não quer chamar nem senhor, nem Deus? O nome do grande dragão é &#8216;Tu deves&#8217;. Mas o espírito do leão diz: &#8216;Eu quero.&#8217;</p>
<p>O &#8216;tu deves&#8217; impede-lhe o caminho, rebrilhante de ouro, coberto de escamas; e em cada uma das suas escamas brilham em letras de ouro estas palavras: &#8216;Tu deves.&#8217;</p>
<p>Valores milenários brilham nessas escamas, e o mais poderoso de todos os dragões fala assim:</p>
<p>&#8216;Em mim brilha o valor de todas as coisas. Todos os valores foram já criados no passado, e eu sou a soma de todos os valores criados.&#8217; Na verdade, para o futuro não deve existir o &#8216;eu quero&#8217;. Assim fala o dragão.</p>
<p>Meus irmãos, para que serve o leão do espírito? Não bastará o animal paciente, resignado e respeitador?</p>
<p>Criar valores novos é coisa para que o próprio leão não está apto; mas libertar-se a fim de ficar apto a criar valores novos, eis o que pode fazer a força do leão.</p>
<p>Para conquistar a sua própria liberdade e o direito sagrado de dizer não, mesmo ao dever, para isso meus irmãos, é preciso ser leão.</p>
<p>Conquistar o direito a valores novos, é a tarefa mais temível para um espírito paciente e laborioso. E decerto vê nisso um acto de rapina e de rapacidade.</p>
<p>O que ele amava outrora, como bem bem mais sagrado, é o &#8216;Tu deves&#8217;. Precisa agora de descobrir a ilusão e o arbitrário mesmo no fundo do que há de mais sagrado no mundo, a fim de conquistar depois de um rude combate o direito de se libertar deste laço; para exercer semelhante violência, é preciso ser leão.</p>
<p>Dizei-me, porém, irmãos, que poderá fazer a criança, de que o próprio leão tenha sido incapaz? Para que será preciso que o altivo leão tenha de se mudar ainda em criança?</p>
<p>É que a criança é inocência e esquecimento, um novo começar, um brinquedo, uma roda que gira por si própria, primeiro móbil, afirmação santa.</p>
<p>Na verdade, irmãos, para jogar o jogo dos criadores é preciso ser uma santa afirmação; o espírito quer agora a sua própria vontade; tendo perdido o mundo, conquista o seu próprio mundo.</p>
<p>Disse-vos as três metamorfoses do espírito: como o espírito se mudou em camelo, o camelo em leão, e finalmente o leão em criança.&#8221;</p>
<p>Assim falava Zaratustra, e morava nesse tempo na cidade que se chama Vaca Malhada.</p>
<p>(<a href="http://ocanto.esenviseu.net/lexn.htm#Nietzsche">Nietzsche</a> &#8211;  <strong><a href="http://ocanto.esenviseu.net/bibliogr.htm#Zaratustra">Assim Falava Zaratustra</a></strong>, p. 25-26)<br />
<a rel="me" href="http://blogblogs.com.br/api/claim/-474645159/243001/190770"> BlogBlogs.Com.Br </a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexevandovas.wordpress.com/213/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexevandovas.wordpress.com/213/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexevandovas.wordpress.com/213/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexevandovas.wordpress.com/213/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexevandovas.wordpress.com/213/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexevandovas.wordpress.com/213/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexevandovas.wordpress.com/213/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexevandovas.wordpress.com/213/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexevandovas.wordpress.com/213/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexevandovas.wordpress.com/213/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexevandovas.wordpress.com/213/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexevandovas.wordpress.com/213/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexevandovas.wordpress.com/213/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexevandovas.wordpress.com/213/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexevandovas.wordpress.com&amp;blog=11514252&amp;post=213&amp;subd=alexevandovas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Humano-demasiado-humano</media:title>
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		<title>O objetivo da arte é revelar a arte e ocultar o artista.</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 12:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexevandovas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Stalker]]></category>
		<category><![CDATA[Arseny Tarkovsky]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Wilde]]></category>
		<category><![CDATA[Tamanho: Pequeno]]></category>
		<category><![CDATA[Tarkovsky Andrei]]></category>

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		<description><![CDATA[Trecho do livro Esculpir o tempo escrito por Tarkovsky: O que hoje passa por arte é, na sua maior parte, mentira pois é uma falácia supor que o método pode tornar-se o significado e o objectivo da arte. Não obstante, a maior parte dos artistas contemporâneos passa o seu tempo em exibições auto complacentes de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexevandovas.wordpress.com&amp;blog=11514252&amp;post=58&amp;subd=alexevandovas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Trecho do livro Esculpir o tempo escrito por Tarkovsky:</strong> O que hoje passa por arte é, na sua maior parte, mentira pois é uma falácia supor que o método pode tornar-se o significado e o objectivo da arte. Não obstante, a maior parte dos artistas contemporâneos passa o seu tempo em exibições auto complacentes de método.</p>
<p>A questão da vanguarda é peculiar ao século XX, à época em que a arte vem progressivamente perdendo a sua espiritualidade. A situação é ainda pior nas artes visuais, que hoje estão quase inteiramente privadas de espiritualidade. A opinião corrente é a de que esta situação reflecte a “desespiritualização” da sociedade moderna, um diagnóstico com o qual, a nível de simples constatação da tragédia, concordo plenamente: trata-se mesmo de um reflexo da actual situação. A arte, porém, não deve apenas reflectir, mas também transcender; seu papel é fazer com que a visão espiritual influencie a realidade, como fez Dostoiesvski, o primeiro a expressar de forma inspirada o mal da época.</p>
<div id="attachment_57" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://alexevandovas.files.wordpress.com/2010/02/face012.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-120" title="face01" src="http://alexevandovas.files.wordpress.com/2010/02/face012.jpg?w=500&#038;h=542" alt="" width="500" height="542" /></a><p class="wp-caption-text">Esboço sobre Madeira - Clear Like a Mirror - Alex Evan Dovas - Coleção Stalker</p></div>
<p>Este trecho faz parte do prefácio da obra &#8220;O retrato de Dorian Gray&#8221;.</p>
<p><em>O artista é o criador de coisas belas.<br />
O objectivo da arte é revelar a arte e ocultar o artista.<br />
O crítico é aquele que sabe traduzir de outro modo ou para um novo material a sua impressão das coisas belas.<br />
A mais elevada, tal como a mais rasteira, forma de crítica é um modo de autobiografia.<br />
Os que encontram significações torpes nas coisas belas são corruptos sem sedução, o que é um defeito.<br />
Os que encontram significações belas nas coisas belas são os cultos, para esses há esperança.<br />
Eleitos são aqueles para quem as coisas belas apenas significam Beleza.<br />
Um livro moral ou imoral é coisa que não existe. Os livros são bem escritos, ou mal escritos.<br />
E é tudo. A aversão do século XIX pelo Realismo é a fúria de Caliban ao ver a sua cara ao espelho.<br />
A aversão do século XIX pelo Romantismo é a queixa de Caliban por não ver a sua cara ao espelho.<br />
A vida moral do homem faz parte dos temas tratados pelo artista, mas a moralidade da arte consiste no uso perfeito de um meio imperfeito. Nenhum artista quer demonstrar coisa alguma. Até as verdades podem ser demonstradas.<br />
Nenhum artista tem simpatias éticas.<br />
Uma simpatia ética num artista é um maneirismo de estilo imperdoável. Um artista nunca é mórbido.<br />
O artista pode exprimir tudo. Sob o ponto de vista da forma, a arte do músico é o modelo de todas as artes. Sob o ponto de vista do sentimento, é a profissão de actor o modelo.<br />
Toda a arte é, ao mesmo tempo, superfície e símbolo. Os que penetram para além da superfície, fazem-no a expensas suas.<br />
Os que lêem o símbolo, fazem-no a expensas suas. O que a arte realmente espelha é o espectador, não a vida.<br />
A diversidade de opiniões sobre uma obra de arte revela que a obra é nova, complexa e vital.<br />
Quando os críticos divergem, o artista está em consonância consigo mesmo.<br />
Podemos perdoar a um homem que faça alguma coisa útil, contanto que a não admire. A única justificação para uma coisa inútil é que ela seja profundamente admirada.<br />
Toda a arte é completamente inútil.</em></p>
<p style="text-align:right;"><em> Oscar Wilde</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexevandovas.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexevandovas.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexevandovas.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexevandovas.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexevandovas.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexevandovas.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexevandovas.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexevandovas.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexevandovas.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexevandovas.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexevandovas.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexevandovas.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexevandovas.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexevandovas.wordpress.com/58/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexevandovas.wordpress.com&amp;blog=11514252&amp;post=58&amp;subd=alexevandovas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A Rebelião dos signos,</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 23:18:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexevandovas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Stalker]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Friedrich Nietzsche]]></category>
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		<description><![CDATA[Tela Óleo -  My Lady Vanity &#8211; Alex Evan Dovas &#8211; Coleção  Stalker “Gostaríamos de saber, em crianças não temos coragem — em miúda, abria os olhos e os ouvidos, mas nunca perguntei nada —, deixamo-los envelhecer sem nos dizer, esquecer, perder o tino, morrer, e a história deles deixa de ter testemunhas, a sua [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexevandovas.wordpress.com&amp;blog=11514252&amp;post=48&amp;subd=alexevandovas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://alexevandovas.files.wordpress.com/2010/02/my-lady-vanity4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-122" title="my-lady-vanity" src="http://alexevandovas.files.wordpress.com/2010/02/my-lady-vanity4.jpg?w=500&#038;h=618" alt="" width="500" height="618" /></a></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt">Tela Óleo -  My Lady Vanity &#8211; Alex Evan Dovas &#8211; Coleção  Stalker </dt>
</dl>
</div>
<div style="text-align:right;">
<blockquote><p>“Gostaríamos de saber, em crianças não  temos coragem — em miúda, abria os olhos e os ouvidos, mas nunca  perguntei nada —, deixamo-los envelhecer sem nos dizer, esquecer, perder  o tino, morrer, e a história deles deixa de ter testemunhas, a sua  história de amor deixa de ter historiógrafo, resta apenas bordar, ser  o  rapsodo de farrapos e de pedaços, resta apenas fazer como a minha  bisavó — era costureira: unir os tecidos, os têxteis, os textos, coser  bocados desirmanados de sonhos e de panos, de panos de que são feitos os  sonhos. Ignoramos se conseguiriam usá-las, a essas roupas que  fabricamos em memória deles fazendo fé em fotografias esmaecidas e  relatos soltos. Não se sentiriam um pouco apertados? Já não nos  lembramos bem das suas medidas nem do seu tamanho, talvez não tenhamos a  medida exacta da sua vida, dos seus amores, mas é assim , só resta  tecer, fiar, bordar — claro, claro que não é o texto de origem, não são  peças históricas, não estávamos lá, não se consegue reconstituir  fielmente a história do amor, é somente uma história de amor, histórias  de amor, borda-se, inventa-se, entremeamos as deles e as nossas, não se é  fiel — mas que importância é que isso tem? — como dizia a minha bisavó  quando lhe fazíamos um relato demasiado longo cujas peripécias se  coadunavam mal com a sua própria vivência: isso é romance.”</p></blockquote>
<p>O  amor, romace, Camille Laurens</p>
<p>http://umumbigo.wordpress.com/author/umumbigo/</p></div>
<blockquote>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">O que toda arte quer e não pode. &#8211; a mais difícil e última tarefa do artista é a representação do que permanece igual, do que repousa em si, do que é alto, simples, do que não leva em conta o atrativo particular; por isso, as supremas configurações da perfeição ética são recusadas pelos artistas mais fracos como assuntos inartísticos, porque, para sua ambição, a visão desses frutos é demasiado penosa: resplandecem para eles dos ramos mais altos da arte, mas falta-lhes escada, ânimo e destreza para poderem se atrever tão alto.</p>
<p style="text-align:left;">Em si, um Fídias poeta é bem<em> possível</em>,  mas, considerando-se a força moderna, quase que somente no sentido do ditado: para Deus, nada é impossível.  Já o desejo de um Cloude Lorrain poético é no presente uma imodéstia, por mais que o coração mande aspirar por isso.</p>
<p style="text-align:left;">A representação do homem supremo,<em> isto é, do mais simples e ao mesmo tempo mais pleno</em>, nenhum artista alcançou até agora; mas talvez os gregos, no <em>ideal de Atena</em>, tenha lançado o olhar mais longe do que todos os homens até agora.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:right;">
<p style="text-align:right;">Friedrich Nietzsche</p>
<h2>O CAMINHO DA SERPENTE</h2>
<p>&#8220;Reconhecer a verdade como verdade, e ao mesmo tempo como erro; viver os contrários, não os aceitando; sentir tudo de todas as maneiras, e não ser nada, no fim, senão o entendimento de tudo [...]&#8220;.</p>
<p>&#8220;Ela atravessa todos os mistérios e não chega a conhecer nenhum, pois lhes conhece a ilusão e a lei. Assume formas com que, e em que, se nega, porque, como passa sem rasto recto, pode deixar o que foi, visto que verdadeiramente o não foi. Deixa a Cobra do Éden como pele largada, as formas que assume não são mais que peles que larga.<br />
E quando, sem ter tido caminho, chega a Deus, ela, como não teve caminho, passa para além de Deus, pois chegou ali de fora&#8221;</p>
<p style="text-align:right;">Fernando Pessoa, <em>O Caminho da Serpente</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexevandovas.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexevandovas.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexevandovas.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexevandovas.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexevandovas.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexevandovas.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexevandovas.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexevandovas.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexevandovas.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexevandovas.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexevandovas.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexevandovas.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexevandovas.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexevandovas.wordpress.com/48/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexevandovas.wordpress.com&amp;blog=11514252&amp;post=48&amp;subd=alexevandovas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Violetalx</title>
		<link>http://alexevandovas.wordpress.com/2010/01/30/32/</link>
		<comments>http://alexevandovas.wordpress.com/2010/01/30/32/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 20:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexevandovas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Stalker]]></category>
		<category><![CDATA[Arseny Tarkovsky]]></category>
		<category><![CDATA[O.S.T.]]></category>
		<category><![CDATA[Tamanho: Médio]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Íamos, sem saber para onde, Perseguidos por miragens de cidades Derrotadas construídas no milagre, Hortelã pimenta aos nossos pés, As aves acompanhando-nos o vôo, E no rio os peixes à procura da nascente; O céu, a nós se abrindo. Porque o destino seguia-nos o rastro Como um louco com uma navalha na mão&#8221;. Arseny Tarkovsky<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexevandovas.wordpress.com&amp;blog=11514252&amp;post=32&amp;subd=alexevandovas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><em>&#8220;Íamos, sem saber para onde,<br />
Perseguidos por miragens de cidades<br />
Derrotadas construídas no milagre,</em></p>
<p style="text-align:left;"><em> Hortelã pimenta aos nossos pés,<br />
As aves acompanhando-nos o vôo,<br />
E no rio os peixes à procura da nascente;</em></p>
<p style="text-align:left;"><em> O céu, a nós se abrindo.</em></p>
<p style="text-align:left;"><em>Porque o destino seguia-nos o rastro<br />
Como um louco com uma navalha na mão&#8221;.</em></p>
<p style="text-align:right;">Arseny Tarkovsky</p>
<div id="attachment_42" class="wp-caption aligncenter" style="width: 519px"><a href="http://alexevandovas.files.wordpress.com/2010/01/stalker5.jpg"><img class="size-large wp-image-130 " title="STALKER" src="http://alexevandovas.files.wordpress.com/2010/01/stalker5.jpg?w=509&#038;h=689" alt="" width="509" height="689" /></a><p class="wp-caption-text">Tela Técnica Mista - Stalker Violetalx - Alex Evan Dovas - Coleção  Stalker</p></div>
<p style="text-align:center;">
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